quinta-feira, 21 de junho de 2018
O "nosso" sushi
Adoro sushi. Sim, é claramente uma moda, mas quem gosta, gosta a sério. E é também verdade que há sushi muito bom e, logicamente, a outra face da moeda: o sushi mau, por vezes medíocre. Como é natural, o preço vai aumentando consoante a qualidade, e pode tornar-se uma tarefa hercúlea encontrar o melhor dos dois mundos.
O que é que todos queremos, pequenos amantes de sushi? Uma relação qualidade/preço porreira.
Para começar, importa dar conta de algo importante. Estão a ver aquele sushi mega bom, todo "xpto", muito caro e de comer e chorar por mais? Pois bem, been there... uma vez na vida!
Gostei muito, é verdade, mas jurei a mim mesma que só voltaria a gastar tanto dinheiro naquilo quando efetivamente a minha carteira mo permitisse (que é quase o mesmo que dizer: "quando tiver um trabalho e um ordenado decente ao fim do mês").
Mas também há outra coisa que não posso deixar de dizer: deixei de comer sushi em sítios maus, só porque me apetecia. Exemplo disto: a grande maioria dos all-you-can-eat em Coimbra, a minha cidade. Não vale a pena estar a gastar um valor considerável em sushi cuja qualidade é claramente repreensível. Deixei-me disso. Guardo-me para o sushi quando venho ter com o meu homem a Lisboa.
Porquê? [Atentem nesta parte, malta!] Porque encontrámos um restaurante de sushi que preenche todos os requisitos e que é "top" nessa coisa da relação qualidade/preço. Somos habitué.
Não deixa nada - mas mesmo NADA - a desejar em termos de sabor, confecção e qualidade do peixe, para o preço. Talvez peque um bocadinho pela pouca variedade (quem gosta de sushi mais tradicional, tá safo... agora os amantes da fusão, que tirem o cavalinho da chuva, porque não é aqui que vão encontrar sushi do tipo).
É o HAYACI (aqui fica a página do facebook) e fica em Campolide, na Rua General Taborda.
Desvantagens da localização: é uma missão impossível conseguir estacionar nas imediações. Como o estacionamento não é pago, está sempre cheíssimo (ainda para mais sendo uma zona residencial). Quando não temos imensa sorte e conseguimos encontrar um lugar à porta (já aconteceu umas quantas vezes), estacionamos mais longe e lá vamos, todos contentes, malhar uns temakis.
Quanto ao cenário dramático "restaurante-cheio-de-gente-e-atendimento-à-pressa", já experimentei de tudo. As horas de almoço de fim-de-semana podem ser caóticas (e mesmo a sexta-feira, falando por experiência própria). Visto que o preço do buffet ao almoço é bem mais em conta (10.90€), torna-se bastante convidativo.
O preço do jantar é de 14.90€, sendo que em qualquer das duas opções não está incluída nem bebida, nem café.
Eu gosto mesmo muito deste restaurante. Tem esplanada, apesar de ser bem pequenina, e somos sempre super bem servidos. Normalmente o serviço é relativamente rápido e isso, para mim, é ótimo. Recomendo imenso!
Já alguém experimentou? Deixem-me as vossas sugestões de restaurantes de sushi, seja em que cidade for, estou aberta a todas as experiências!
As fotografias deste post foram tiradas por mim, numa das nossas visitas ao Hayaci.
quarta-feira, 20 de junho de 2018
rest in peace..."filho da mãe"
Há coisas que me deixam para lá de possuída. Esta, de que vos falo agora, é uma delas.
Ontem ouvi falar, pela primeira vez, no XXXTentacion. Até aqui, ainda não consegui descortinar como se pronuncia isto, pelo que optarei por lhe chamar Jahseh Dwayne Onfroy (que, diga-se de passagem, não é assim tão mais fácil de pronunciar).
Ontem ouvi falar, pela primeira vez, no XXXTentacion. Até aqui, ainda não consegui descortinar como se pronuncia isto, pelo que optarei por lhe chamar Jahseh Dwayne Onfroy (que, diga-se de passagem, não é assim tão mais fácil de pronunciar).

Sou daquelas pessoas estranhas, que tendem a não querer ver as séries de que toda a gente gosta, que estão muito bem cotadas no IMDB e que, sem margem para dúvidas, são boas, verdadeiramente boas.
terça-feira, 19 de junho de 2018
look do dia: saturday night fever
Hoje deixo-vos um look inspirado no filme Saturday Night Fever, ideal para espalhar magia enquanto se dança a bela da disco music. Estas noites quentes que agora chegam gritam (pedem mesmo, mesmo muito!) por um par de noites animadas. Não vos parece?
As lojas estão com coleções super giras e muito, muito variadas. Não consigo eleger uma tendência de que goste mais, porque acho que para além de serem todas (ou quase todas) mesmo muito giras e interessantes, acaba até por ser engraçada misturá-las, entre elas.
Este look é um exemplo disso mesmo. Resolvi "pegar" em algumas das minhas peças prediletas, tanto as que vi em loja, como as que fui vendo online, e juntá-las. Não há um fio condutor mega inteligente nem uma vontade acérrima de combinar cores. Eu confesso que gosto de misturar padrões, estampas e texturas, deixar a coisa um bocado estranha... mas um "estranho com pinta"!!

O que é que nunca fica mal??? Um blusão de ganga. É isso mesmo. Eu tenho saudades de ter um, na verdade. Se calhar devia apostar numa coisinha dessas, porque o meu está mais que perdido há uns dois anos, em casa de um amigo meu.
Joga bem com um infindável número de peças, de vários estilos, cores, etc. Por isso sim: é obrigatório ter um blusão destes no armário.
Ah!, e não podemos esquecer-nos do quão confortáveis são!
Se com um vestido preto, a outra senhora nunca se comprometia, então com uma t-shirt branca (com ou sem "bonecada"), também não se há de comprometer. Pois bem: venham elas. Giras, confortáveis, fresquinhas, giras, giras (já disse giras?). Esta t-shirt da Zara é isso mesmo, muito pelo desenho que tem, a puxar para esta coisa do Saturday Night Fever, com aqueles óculos da moda (que ficam bem a toda a gente menos a mim).
A única coisa que trocava seria o decote redondo, por um em "v", que torna sempre a coisa mais elegante.
Adoro esta saia, de paixão. Se usava? "Sei não". Era preciso saltar-se-me a tampa e bater forte aqui nesta cabeça. Há coisas em que não posso pensar duas vezes, e esta seria uma delas. Pensar uma segunda vez em "levar esta saia à rua" seria o suficiente para já não sair de casa com coisíssima nenhuma.
Mas fora isso, acho-a linda de morrer. Aquelas lantejoulas prateadas que causam sensação onde quer que apareçam, o formato meio assimétrico, em camadas. O facto de ser mais para o compridinha.
Vamos só ter os pés bem assentes na terra e lembrar quão ridícula pode uma pessoa parecer numa saia destas, se tiver entre metro e trinta e metro e quarenta. Rest in peace, saia gira.
(Duzentos suspiros...) Eu não sou pessoa de usar saltos altos, embora adore. Se pudesse, andava por aí a exibir o meu tacãozinho every single day. Estas sandálias são maravilhosas e posso imaginar-me, lá do alto daqueles nove centímetros e meio, a dançar a Stayin' alive, fervorosa e super feliz.
Desvantagens deste sapatinho: são um bocado carotes. Eu, pelo menos, não comprava assim sem refletir uma dezena de vezes e por dá-cá-aquela-palha.
E esta é aquela cherry on top, que faz toda a diferença e deixa quaisquer olhinhos meio brilhantes.
Sou o género de pessoa que não gasta mais que trinta euros numa carteira. Para andar pelo chão e chegar à terceira semana de uso com os cantos todos acabados, não vale a pena um grande investimento. Mas também não invisto mais porque não posso, sejamos sinceros. Mas o sonho existe, malta! Está aqui.
Um dia vou desembolsar uns quantos euros, quando tiver de sobra (ou não tão de sobra mas for possível fazê-lo), e comprar uma "menina" destas. Depois passo a trata-la como se fosse um filho bebé, acabado de nascer.
Mas vejam só como uma bolsa simples tão simples, vermelha, dá um toque tão giro neste look (aquele contraste com as sandálias resultou tal como eu queria!). E claro que há muitas bolsinhas vermelhas de vinte euros que faziam bem este papel, mas apeteceu-me sonhar, ok???
Espero que tenham gostado.
Deixem os vossos comentários e sugestões!

Momento da confissão: não sou nada entendida nestas coisas da beleza, do skincare, e durante grande parte da minha vida primei sempre por ser descuidada (sobretudo quando não devia).
A partir de determinada altura senti que precisava de começar a tomar conta de mim, da minha pele, que sempre sofreu muitos ataques do tão conhecido "borbulhedo".
segunda-feira, 18 de junho de 2018
obrigada por voltares, querido quase-verão, tinha muitas (ou às vezes nem tantas) saudades tuas

Este post tem um título absurdamente longo, mas foi a única forma de encontrei de passar para palavras tudo aquilo que sinto, neste momento, a respeito do nosso querido, amado, verão.
Andávamos aí (vou deduzir que são daqueles que andam, desde janeiro, em contagem decrescente para o primeiro mergulho do ano) feitos loucos, à espera do fim da chuva. Desolados com os dias cinzentos e à procura do sol que andava escondi-do sabe-se lá onde. Eis que ele veio, meus amigos.
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