terça-feira, 19 de junho de 2018
look do dia: saturday night fever
Hoje deixo-vos um look inspirado no filme Saturday Night Fever, ideal para espalhar magia enquanto se dança a bela da disco music. Estas noites quentes que agora chegam gritam (pedem mesmo, mesmo muito!) por um par de noites animadas. Não vos parece?
As lojas estão com coleções super giras e muito, muito variadas. Não consigo eleger uma tendência de que goste mais, porque acho que para além de serem todas (ou quase todas) mesmo muito giras e interessantes, acaba até por ser engraçada misturá-las, entre elas.
Este look é um exemplo disso mesmo. Resolvi "pegar" em algumas das minhas peças prediletas, tanto as que vi em loja, como as que fui vendo online, e juntá-las. Não há um fio condutor mega inteligente nem uma vontade acérrima de combinar cores. Eu confesso que gosto de misturar padrões, estampas e texturas, deixar a coisa um bocado estranha... mas um "estranho com pinta"!!

O que é que nunca fica mal??? Um blusão de ganga. É isso mesmo. Eu tenho saudades de ter um, na verdade. Se calhar devia apostar numa coisinha dessas, porque o meu está mais que perdido há uns dois anos, em casa de um amigo meu.
Joga bem com um infindável número de peças, de vários estilos, cores, etc. Por isso sim: é obrigatório ter um blusão destes no armário.
Ah!, e não podemos esquecer-nos do quão confortáveis são!
Se com um vestido preto, a outra senhora nunca se comprometia, então com uma t-shirt branca (com ou sem "bonecada"), também não se há de comprometer. Pois bem: venham elas. Giras, confortáveis, fresquinhas, giras, giras (já disse giras?). Esta t-shirt da Zara é isso mesmo, muito pelo desenho que tem, a puxar para esta coisa do Saturday Night Fever, com aqueles óculos da moda (que ficam bem a toda a gente menos a mim).
A única coisa que trocava seria o decote redondo, por um em "v", que torna sempre a coisa mais elegante.
Adoro esta saia, de paixão. Se usava? "Sei não". Era preciso saltar-se-me a tampa e bater forte aqui nesta cabeça. Há coisas em que não posso pensar duas vezes, e esta seria uma delas. Pensar uma segunda vez em "levar esta saia à rua" seria o suficiente para já não sair de casa com coisíssima nenhuma.
Mas fora isso, acho-a linda de morrer. Aquelas lantejoulas prateadas que causam sensação onde quer que apareçam, o formato meio assimétrico, em camadas. O facto de ser mais para o compridinha.
Vamos só ter os pés bem assentes na terra e lembrar quão ridícula pode uma pessoa parecer numa saia destas, se tiver entre metro e trinta e metro e quarenta. Rest in peace, saia gira.
(Duzentos suspiros...) Eu não sou pessoa de usar saltos altos, embora adore. Se pudesse, andava por aí a exibir o meu tacãozinho every single day. Estas sandálias são maravilhosas e posso imaginar-me, lá do alto daqueles nove centímetros e meio, a dançar a Stayin' alive, fervorosa e super feliz.
Desvantagens deste sapatinho: são um bocado carotes. Eu, pelo menos, não comprava assim sem refletir uma dezena de vezes e por dá-cá-aquela-palha.
E esta é aquela cherry on top, que faz toda a diferença e deixa quaisquer olhinhos meio brilhantes.
Sou o género de pessoa que não gasta mais que trinta euros numa carteira. Para andar pelo chão e chegar à terceira semana de uso com os cantos todos acabados, não vale a pena um grande investimento. Mas também não invisto mais porque não posso, sejamos sinceros. Mas o sonho existe, malta! Está aqui.
Um dia vou desembolsar uns quantos euros, quando tiver de sobra (ou não tão de sobra mas for possível fazê-lo), e comprar uma "menina" destas. Depois passo a trata-la como se fosse um filho bebé, acabado de nascer.
Mas vejam só como uma bolsa simples tão simples, vermelha, dá um toque tão giro neste look (aquele contraste com as sandálias resultou tal como eu queria!). E claro que há muitas bolsinhas vermelhas de vinte euros que faziam bem este papel, mas apeteceu-me sonhar, ok???
Espero que tenham gostado.
Deixem os vossos comentários e sugestões!

Momento da confissão: não sou nada entendida nestas coisas da beleza, do skincare, e durante grande parte da minha vida primei sempre por ser descuidada (sobretudo quando não devia).
A partir de determinada altura senti que precisava de começar a tomar conta de mim, da minha pele, que sempre sofreu muitos ataques do tão conhecido "borbulhedo".
segunda-feira, 18 de junho de 2018
obrigada por voltares, querido quase-verão, tinha muitas (ou às vezes nem tantas) saudades tuas

Este post tem um título absurdamente longo, mas foi a única forma de encontrei de passar para palavras tudo aquilo que sinto, neste momento, a respeito do nosso querido, amado, verão.
Andávamos aí (vou deduzir que são daqueles que andam, desde janeiro, em contagem decrescente para o primeiro mergulho do ano) feitos loucos, à espera do fim da chuva. Desolados com os dias cinzentos e à procura do sol que andava escondi-do sabe-se lá onde. Eis que ele veio, meus amigos.
domingo, 1 de abril de 2018
sos: avaria

Às vezes sinto que estou avariada por me custar olhar para as coisas com olhos felizes, de quem vai, de quem chega e de quem vence. Pode até ser complicado, semelhante a uma luta de titãs, um autêntico berbicacho, mas se a pessoa conseguir, valeu a pena, não é?
sexta-feira, 30 de março de 2018
fomos à (nova?) nut coimbra

terça-feira, 20 de março de 2018
primavera a dois
Doentes de amor e sedentos de abraços. De beijos doces, manhãs de verão e tardes de inverno. Juntos pelo fim do passar do tempo, do rápido e irreversível passar do tempo. Militantes da alegria e partidários da felicidade.
quinta-feira, 8 de março de 2018
avó, bisavó, queridas mulheres

Tenho muitas saudades de duas mulheres que foram, em tudo, muito importantes para mim. De uma lembro-me melhor, é certo. Mas à outra, não deixo nunca de a recordar. E sinto falta dela, do passado. Do saudoso passado. Dos dias passados em casa, dos legos, dos passeios pela aldeia, das brincadeiras. Daquele dia em que levámos connosco um ouriço-cacheiro.
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
rascunhos 1 (coimbra)

A noite cerrada metia medo
Pela calçada, o andar lento
Parecia esconder um qualquer
segredo
Mas não era assim
Ninguém às janelas
Não estavam lá
Vazias as vielas
E eu, depressa, aterrado, fugia
delas
De solidão no bolso
Mas por pouco tempo
Em busca de alguém a quem
Soubesse bem aquele momento
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
à minha surpresa de dois mil e dezassete

Caiu do céu, só pode. Nada fazia prever. Era um dia fora do normal, mas normal também. Não esperava nada de novo.
Achava que sabia muito sobre amor, sem saber nada, na verdade. Achava-me conhecedora do misto de sensações que provoca nas pessoas, mas não podia estar mais errada. Tenho a certeza disto e é tão bom ter uma certeza destas.
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
porque ninguém é obrigado a adorar o natal

Há muito que não adoro o natal e não, não vivo assim tão bem com isso. Estaria a mentir se dissesse o contrário. Afinal, tudo o que é canal televisivo, centro comercial, jornal, revista ou blog na internet tenta (com sucesso!) entupir-nos com esta coisa da magia do natal, do giro que é desembrulhar presentes e da felicidade que traz ter a família reunida.
sábado, 16 de dezembro de 2017
Queria ficar aqui, mas agora não

Confesso que fui, durante muito tempo, acérrima defensora do "hei de ficar em Portugal" e do "emigrar nem pensar". Ah!, e do "aqui também se pode viver bem".
Mas agora não.
Há muitas coisas que me assustam neste meu querido país.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
adeus, zé pedro dos xutos
Era o Zé Pedro dos Xutos.
Hoje, a minha mãe chegou ao meu quarto e disse-me: Morreu o Zé Pedro, soubeste? Gostavas tanto do Zé Pedro.
terça-feira, 28 de novembro de 2017
oh oh oh, a xmas wishlist chegou
Para começar, aproveito para vos dizer que sei bem que estão impressionados com a rima super outside the box que fiz no título deste post.
O natal está mesmo aí, não é? Aos centros comerciais já chegou no início de novembro, como é óbvio. Começam cedo.
Cá em casa ainda não há árvore de natal montada, mas já há uns quantos arranjos espalhados pela casa (ideias da minha mãe!).
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
concurso de desgraçados (com malta cheia de sorte à mistura)

Se formos medir desgraças, há por aí gente que encarna um verdadeiro Cristiano Ronaldo ou uma Serena Williams do infortúnio. Têm queda para isso, tudo lhes acontece. Tudo de mau. O que é bom, está quieto.
Não nego não sentir pena, mesmo que se diga que é feio dizer-se que se tem pena de alguém. Mas não dá para ignorar esta sensação de piedade, de compaixão pela desgraça alheia.
Partimos, em direção a Bruxelas, na manhã de uma quarta-feira. Na quarta-feira da semana que passou. Uma manhã normal em Lisboa, muito embora não seja exímia conhecedora das manhãs de semana, mas mais dos sábados e domingos.
terça-feira, 21 de novembro de 2017
quase a caminho de bruxelas
Atarefados. Palavra de ordem, aqui em casa. Como é hábito nosso, foi tudo deixado para a última. Achamos que somos donos do tempo, mas não é assim.
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
projeto: bruxelas (parte zero)

O post que hoje vos escrevo é, vendo bem, mais do mesmo. Há mil e um posts deste tipo nos milhões de blogs à vossa disposição na "blogosfera". Mas, quem sabe, o meu não será especial. Quiçá tu aí, desse lado, possas identificar-te mais comigo do que com outra (ou outro) qualquer.

Sou uma pessoa peculiar em algumas coisas. Noutras, sinto-me igual a todas as outras pessoas, mas isso não me apoquenta nem um bocadinho. A singularidade de cada um, a meu ver, não tem de ser evidente para todo o mundo, não tem de ser apregoada a cada cinco minutos, sob pena de se tornar corriqueira e banal.
terça-feira, 17 de outubro de 2017
eu não percebo nada de incêndios

Diferentemente do que acontece com uma grande fatia da sociedade, que nasceu entendida
e muito bem ensinada acerca de toda esta polémica que gira em torno do flagelo que
assola, ano sim, ano sim, o nosso país, eu não percebo nada de incêndios.
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