terça-feira, 19 de junho de 2018

a minha rotina de beleza



Momento da confissão: não sou nada entendida nestas coisas da beleza, do skincare, e durante grande parte da minha vida primei sempre por ser descuidada (sobretudo quando não devia). 
A partir de determinada altura senti que precisava de começar a tomar conta de mim, da minha pele, que sempre sofreu muitos ataques do tão conhecido "borbulhedo". 

segunda-feira, 18 de junho de 2018

obrigada por voltares, querido quase-verão, tinha muitas (ou às vezes nem tantas) saudades tuas


Este post tem um título absurdamente longo, mas foi a única forma de encontrei de passar para palavras tudo aquilo que sinto, neste momento, a respeito do nosso querido, amado, verão. 
Andávamos aí (vou deduzir que são daqueles que andam, desde janeiro, em contagem decrescente para o primeiro mergulho do ano) feitos loucos, à espera do fim da chuva. Desolados com os dias cinzentos e à procura do sol que andava escondi-do sabe-se lá onde. Eis que ele veio, meus amigos.

domingo, 1 de abril de 2018

sos: avaria


Às vezes sinto que estou avariada por me custar olhar para as coisas com olhos felizes, de quem vai, de quem chega e de quem vence. Pode até ser complicado, semelhante a uma luta de titãs, um autêntico berbicacho, mas se a pessoa conseguir, valeu a pena, não é? 

sexta-feira, 30 de março de 2018

fomos à (nova?) nut coimbra


Depois de uma tarde (mais ou menos) bem passada, porque estudar nesta altura nunca leva a momentos propriamente maravilhosos, eu e o Rui decidimos que queríamos comer uma tripa. Aquela tripa doce, a de Aveiro.

terça-feira, 20 de março de 2018

primavera a dois


Doentes de amor e sedentos de abraços. De beijos doces, manhãs de verão e tardes de inverno. Juntos pelo fim do passar do tempo, do rápido e irreversível passar do tempo. Militantes da alegria e partidários da felicidade. 

quinta-feira, 8 de março de 2018

avó, bisavó, queridas mulheres


Tenho muitas saudades de duas mulheres que foram, em tudo, muito importantes para mim. De uma lembro-me melhor, é certo. Mas à outra, não deixo nunca de a recordar. E sinto falta dela, do passado. Do saudoso passado. Dos dias passados em casa, dos legos, dos passeios pela aldeia, das brincadeiras. Daquele dia em que levámos connosco um ouriço-cacheiro.
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