domingo, 1 de abril de 2018
sos: avaria

Às vezes sinto que estou avariada por me custar olhar para as coisas com olhos felizes, de quem vai, de quem chega e de quem vence. Pode até ser complicado, semelhante a uma luta de titãs, um autêntico berbicacho, mas se a pessoa conseguir, valeu a pena, não é?
sexta-feira, 30 de março de 2018
fomos à (nova?) nut coimbra

terça-feira, 20 de março de 2018
primavera a dois
Doentes de amor e sedentos de abraços. De beijos doces, manhãs de verão e tardes de inverno. Juntos pelo fim do passar do tempo, do rápido e irreversível passar do tempo. Militantes da alegria e partidários da felicidade.
quinta-feira, 8 de março de 2018
avó, bisavó, queridas mulheres

Tenho muitas saudades de duas mulheres que foram, em tudo, muito importantes para mim. De uma lembro-me melhor, é certo. Mas à outra, não deixo nunca de a recordar. E sinto falta dela, do passado. Do saudoso passado. Dos dias passados em casa, dos legos, dos passeios pela aldeia, das brincadeiras. Daquele dia em que levámos connosco um ouriço-cacheiro.
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
rascunhos 1 (coimbra)

A noite cerrada metia medo
Pela calçada, o andar lento
Parecia esconder um qualquer
segredo
Mas não era assim
Ninguém às janelas
Não estavam lá
Vazias as vielas
E eu, depressa, aterrado, fugia
delas
De solidão no bolso
Mas por pouco tempo
Em busca de alguém a quem
Soubesse bem aquele momento
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
à minha surpresa de dois mil e dezassete

Caiu do céu, só pode. Nada fazia prever. Era um dia fora do normal, mas normal também. Não esperava nada de novo.
Achava que sabia muito sobre amor, sem saber nada, na verdade. Achava-me conhecedora do misto de sensações que provoca nas pessoas, mas não podia estar mais errada. Tenho a certeza disto e é tão bom ter uma certeza destas.
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