sexta-feira, 30 de março de 2018

fomos à (nova?) nut coimbra


Depois de uma tarde (mais ou menos) bem passada, porque estudar nesta altura nunca leva a momentos propriamente maravilhosos, eu e o Rui decidimos que queríamos comer uma tripa. Aquela tripa doce, a de Aveiro.

terça-feira, 20 de março de 2018

primavera a dois


Doentes de amor e sedentos de abraços. De beijos doces, manhãs de verão e tardes de inverno. Juntos pelo fim do passar do tempo, do rápido e irreversível passar do tempo. Militantes da alegria e partidários da felicidade. 

quinta-feira, 8 de março de 2018

avó, bisavó, queridas mulheres


Tenho muitas saudades de duas mulheres que foram, em tudo, muito importantes para mim. De uma lembro-me melhor, é certo. Mas à outra, não deixo nunca de a recordar. E sinto falta dela, do passado. Do saudoso passado. Dos dias passados em casa, dos legos, dos passeios pela aldeia, das brincadeiras. Daquele dia em que levámos connosco um ouriço-cacheiro.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

rascunhos 1 (coimbra)


A noite cerrada metia medo
Pela calçada, o andar lento
Parecia esconder um qualquer segredo
Mas não era assim

Ninguém às janelas
Não estavam lá
Vazias as vielas
E eu, depressa, aterrado, fugia delas

De solidão no bolso
Mas por pouco tempo
Em busca de alguém a quem
Soubesse bem aquele momento


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

à minha surpresa de dois mil e dezassete


Caiu do céu, só pode. Nada fazia prever. Era um dia fora do normal, mas normal também. Não esperava nada de novo. 
Achava que sabia muito sobre amor, sem saber nada, na verdade. Achava-me conhecedora do misto de sensações que provoca nas pessoas, mas não podia estar mais errada. Tenho a certeza disto e é tão bom ter uma certeza destas. 

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

porque ninguém é obrigado a adorar o natal


Há muito que não adoro o natal e não, não vivo assim tão bem com isso. Estaria a mentir se dissesse o contrário. Afinal, tudo o que é canal televisivo, centro comercial, jornal, revista ou blog na internet tenta (com sucesso!) entupir-nos com esta coisa da magia do natal, do giro que é desembrulhar presentes e da felicidade que traz ter a família reunida. 
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