segunda-feira, 27 de novembro de 2017
concurso de desgraçados (com malta cheia de sorte à mistura)

Se formos medir desgraças, há por aí gente que encarna um verdadeiro Cristiano Ronaldo ou uma Serena Williams do infortúnio. Têm queda para isso, tudo lhes acontece. Tudo de mau. O que é bom, está quieto.
Não nego não sentir pena, mesmo que se diga que é feio dizer-se que se tem pena de alguém. Mas não dá para ignorar esta sensação de piedade, de compaixão pela desgraça alheia.
Partimos, em direção a Bruxelas, na manhã de uma quarta-feira. Na quarta-feira da semana que passou. Uma manhã normal em Lisboa, muito embora não seja exímia conhecedora das manhãs de semana, mas mais dos sábados e domingos.
terça-feira, 21 de novembro de 2017
quase a caminho de bruxelas
Atarefados. Palavra de ordem, aqui em casa. Como é hábito nosso, foi tudo deixado para a última. Achamos que somos donos do tempo, mas não é assim.
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
projeto: bruxelas (parte zero)

O post que hoje vos escrevo é, vendo bem, mais do mesmo. Há mil e um posts deste tipo nos milhões de blogs à vossa disposição na "blogosfera". Mas, quem sabe, o meu não será especial. Quiçá tu aí, desse lado, possas identificar-te mais comigo do que com outra (ou outro) qualquer.

Sou uma pessoa peculiar em algumas coisas. Noutras, sinto-me igual a todas as outras pessoas, mas isso não me apoquenta nem um bocadinho. A singularidade de cada um, a meu ver, não tem de ser evidente para todo o mundo, não tem de ser apregoada a cada cinco minutos, sob pena de se tornar corriqueira e banal.
terça-feira, 17 de outubro de 2017
eu não percebo nada de incêndios

Diferentemente do que acontece com uma grande fatia da sociedade, que nasceu entendida
e muito bem ensinada acerca de toda esta polémica que gira em torno do flagelo que
assola, ano sim, ano sim, o nosso país, eu não percebo nada de incêndios.
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