sexta-feira, 8 de setembro de 2017
25 perguntas aleatórias (sobre mim)
Este blog tem andado muito parado e, sinceramente, não sei bem o rumo que lhe quero dar. Não, não quero deixá-lo ficar por aqui e mandar ao lixo o sonho que tenho de tornar "isto" nalguma coisa especial. Apenas quero, com calma (sem me deixar estagnar!!!) decidir e delinear o que fazer daqui para a frente.
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
lembraram-se de atacar aqui ao lado
Conheço Barcelona. Conheço Cambrils.
Felizmente, faço férias no fim de agosto. Felizmente, não estava lá. Mas
estarei, em breve. Não minto: vou com medo, muito embora, neste momento, sejam
lugares superprotegidos e, certamente, muito seguros.
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
anti-beatices

Primeira coisa: ponhamos as beatices de parte. Isto é ponto assente.
Não me revejo minimamente nessa coisa de apregoar que se acredita, que se gosta, que se faz isto, que se faz aquilo, que se vai à missa quase minuto sim, minuto sim. Talvez não faça sentido para o mundo esta maneira "minha" de pensar neste assunto, mas é assim que eu gosto e, como tal, é assim que eu faço.
sábado, 29 de julho de 2017
revolta (sem sucesso) contra o contraproducente

Já não sei onde vai o início de junho. Lembro-me de olhar para esses primeiros dias como difíceis. Perspetivei a sua chegada como um mal, mas um senhor mal. «Vêm para me lixar a vida.». Dito e feito. Fim de julho e ainda aqui estou.
quarta-feira, 26 de julho de 2017
de cabeça (erradamente) ocupada
Às vezes sinto que nós, seres humanos, acabamos por funcionar como pequenos mártires. Perante um «porquê?», respondo que não faço a mínima ideia. Não conseguimos fugir a esta coisa de sofrer, de nos sentirmos trespassados, ainda que por uma espécie de faca meramente metafórica. Acabamos sempre, nem que seja uma vez na vida (e, oxalá, fosse só uma), na merda.
segunda-feira, 17 de julho de 2017
a mãe
À minha amiga mais antiga, o abraço mais forte que conseguir dar. Por todo o amor, que nas alturas mais difíceis, nunca faltou. Pelo carinho que sempre foi mais do que abundante. Pela paciência, para a qual o adjetivo anterior nunca será suficiente.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
coimbra
Nasci aqui, de costas para o Mondego. De frente
para dias felizes, noites intermináveis e tardes de sol. Quando pouco sabia
sobre o que quer que fosse, fui começando a conhecer as ruas deste sítio, que sempre vi como meu, como parte de mim. A minha cidade querida, com quem
partilhei quase tudo, até aqui. Dos defeitos, só eu posso falar. Ai de quem
ouse dela dizer mal.
terça-feira, 4 de julho de 2017
uma história de corações com luz
Se me perguntarem onde está, respondo que está junto a ti. Deve estar. Ou se calhar... se calhar és tu. Eu fico na dúvida, não consigo distinguir.
domingo, 2 de julho de 2017
um caminho até uma porta castanha
A magia dos céus cinzentos persiste incógnita. O despertar de um amor pelos dias frios, pelas mãos geladas, idem. A paixão desenfreada pelo café, pelo conforto da alma. Os sorrisos nos olhos de quem enfrenta um novo dia. O cansaço nos corpos de quem se arrasta por um cenário assim. Felizes dos que se arrastam ali.
Eu não sou muito fã do direito penal. Minto. Não sou nada fã. Não entendo o que leio, nem depois de puxar pela cabeça bem mais do que uma junta de bois puxa por uma carroça. Qualquer esforço da minha parte é em vão, ou pelo menos é assim que o sinto.
Nunca se faz luz na minha cabeça no que toca ao direito penal. É uma triste realidade que vou tentando contornar. Já desisti de tentar compreender. Vivo numa fase engraçada em que tento aprender como deixar de entrar em pânico de cada vez que me deparo com ela (ela, a realidade).
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