segunda-feira, 17 de julho de 2017
a mãe
À minha amiga mais antiga, o abraço mais forte que conseguir dar. Por todo o amor, que nas alturas mais difíceis, nunca faltou. Pelo carinho que sempre foi mais do que abundante. Pela paciência, para a qual o adjetivo anterior nunca será suficiente.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
coimbra
Nasci aqui, de costas para o Mondego. De frente
para dias felizes, noites intermináveis e tardes de sol. Quando pouco sabia
sobre o que quer que fosse, fui começando a conhecer as ruas deste sítio, que sempre vi como meu, como parte de mim. A minha cidade querida, com quem
partilhei quase tudo, até aqui. Dos defeitos, só eu posso falar. Ai de quem
ouse dela dizer mal.
terça-feira, 4 de julho de 2017
uma história de corações com luz
Se me perguntarem onde está, respondo que está junto a ti. Deve estar. Ou se calhar... se calhar és tu. Eu fico na dúvida, não consigo distinguir.
domingo, 2 de julho de 2017
um caminho até uma porta castanha
A magia dos céus cinzentos persiste incógnita. O despertar de um amor pelos dias frios, pelas mãos geladas, idem. A paixão desenfreada pelo café, pelo conforto da alma. Os sorrisos nos olhos de quem enfrenta um novo dia. O cansaço nos corpos de quem se arrasta por um cenário assim. Felizes dos que se arrastam ali.
Eu não sou muito fã do direito penal. Minto. Não sou nada fã. Não entendo o que leio, nem depois de puxar pela cabeça bem mais do que uma junta de bois puxa por uma carroça. Qualquer esforço da minha parte é em vão, ou pelo menos é assim que o sinto.
Nunca se faz luz na minha cabeça no que toca ao direito penal. É uma triste realidade que vou tentando contornar. Já desisti de tentar compreender. Vivo numa fase engraçada em que tento aprender como deixar de entrar em pânico de cada vez que me deparo com ela (ela, a realidade).
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