diario

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

25 perguntas aleatórias (sobre mim)


Este blog tem andado muito parado e, sinceramente, não sei bem o rumo que lhe quero dar. Não, não quero deixá-lo ficar por aqui e mandar ao lixo o sonho que tenho de tornar "isto" nalguma coisa especial. Apenas quero, com calma (sem me deixar estagnar!!!) decidir e delinear o que fazer daqui para a frente. 

25 perguntas aleatórias (sobre mim)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

anti-beatices


Primeira coisa: ponhamos as beatices de parte. Isto é ponto assente. 

Não me revejo minimamente nessa coisa de apregoar que se acredita, que se gosta, que se faz isto, que se faz aquilo, que se vai à missa quase minuto sim, minuto sim. Talvez não faça sentido para o mundo esta maneira "minha" de pensar neste assunto, mas é assim que eu gosto e, como tal, é assim que eu faço. 

anti-beatices

sábado, 29 de julho de 2017

revolta (sem sucesso) contra o contraproducente


Já não sei onde vai o início de junho. Lembro-me de olhar para esses primeiros dias como difíceis. Perspetivei a sua chegada como um mal, mas um senhor mal. «Vêm para me lixar a vida.». Dito e feito. Fim de julho e ainda aqui estou. 

revolta (sem sucesso) contra o contraproducente

quarta-feira, 26 de julho de 2017

de cabeça (erradamente) ocupada


Às vezes sinto que nós, seres humanos, acabamos por funcionar como pequenos mártires. Perante um «porquê?», respondo que não faço a mínima ideia. Não conseguimos fugir a esta coisa de sofrer, de nos sentirmos trespassados, ainda que por uma espécie de faca meramente metafórica. Acabamos sempre, nem que seja uma vez na vida (e, oxalá, fosse só uma), na merda.

de cabeça (erradamente) ocupada

segunda-feira, 17 de julho de 2017

a mãe


À minha amiga mais antiga, o abraço mais forte que conseguir dar. Por todo o amor, que nas alturas mais difíceis, nunca faltou. Pelo carinho que sempre foi mais do que abundante. Pela paciência, para a qual o adjetivo anterior nunca será suficiente. 

a mãe

segunda-feira, 10 de julho de 2017

coimbra


Nasci aqui, de costas para o Mondego. De frente para dias felizes, noites intermináveis e tardes de sol. Quando pouco sabia sobre o que quer que fosse, fui começando a conhecer as ruas deste sítio, que sempre vi como meu, como parte de mim. A minha cidade querida, com quem partilhei quase tudo, até aqui. Dos defeitos, só eu posso falar. Ai de quem ouse dela dizer mal.

coimbra

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