domingo, 2 de julho de 2017

nexo de causalidade entre direito penal e um blog


Eu não sou muito fã do direito penal. Minto. Não sou nada fã. Não entendo o que leio, nem depois de puxar pela cabeça bem mais do que uma junta de bois puxa por uma carroça. Qualquer esforço da minha parte é em vão, ou pelo menos é assim que o sinto.
Nunca se faz luz na minha cabeça no que toca ao direito penal. É uma triste realidade que vou tentando contornar. Já desisti de tentar compreender. Vivo numa fase engraçada em que tento aprender como deixar de entrar em pânico de cada vez que me deparo com ela (ela, a realidade).

Hoje foi um dia engraçado, fora do normal. Não esperava que o direito penal me levasse a fazer qualquer coisa diferente (ou, sinceramente, qualquer coisa de jeito... normalmente, só me faz chorar). Mas aconteceu! E tenho de agradecer a este conjunto de normas que, na minha cabeça, só servem para atazanar pessoas que, burras!, não fizeram as coisas como devia ser.
Enquanto estudava, ou tentava estudar, o dolo (que, diga-se em abono da verdade, não vos interessa nada saber o que é... mas estou mortinha para vos dizer... abortar missão!!!) decidi que faria todo o sentido «acordar» o blog. E assim fiz.
Qual é o nexo de causalidade entre uma coisa e outra, hein? Não faço a mínima ideia. Aliás: nexo de causalidade? O que é isso? (perguntam vocês)

Mudei-lhe o nome para qualquer coisa mais a ver comigo e voltei. Na boleia do direito penal, regressei «a casa». Estou feliz e mortinha por vos poder escrever.
Paradoxal é o facto de ser o direito penal a impedir-me, neste momento.
Quando me vir livre disto, prometo que não falho (ou que falho pouco).

Despeço-me com um olá, feliz por estar de volta
Agradeço ao meu arqui-inimigo por me pôr esta ideia na cabeça e desejo, do fundo do coração, da alma, do que quer que seja, que faça por me pôr mais coisas na cabeça... nomeadamente, esta carrada de teorias cuja utilidade ainda não fui capaz de encontrar. Corajosamente, continuo à procura, mas o insucesso da busca começa a dar comigo em doida. SOS!

Beijinhos, abraços e força anímica para os mais necessitados (de alguém que também está a esgotar os últimos carregamentos),

Raquel

PS: Já posso dizer que o direito penal me trouxe uma alegria na vida. Sou uma mulher um bocadinho mais realizada. 

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