segunda-feira, 17 de julho de 2017

a mãe


À minha amiga mais antiga, o abraço mais forte que conseguir dar. Por todo o amor, que nas alturas mais difíceis, nunca faltou. Pelo carinho que sempre foi mais do que abundante. Pela paciência, para a qual o adjetivo anterior nunca será suficiente. 

Quem me dera que fosse eterna. Como seria bom ter a certeza de que nunca me vai faltar. Mas onde quer que vá, aqui ou em Marte, estaremos juntas e será a ajuda mais preciosa que terei. 

Por todos os minutos perdidos comigo, por todos os cabelos brancos pelos quais sou culpada. Pelas birras sem sentido, pelos amuos dia sim, dia sim. Pelo mau humor incontrolável. 
E por todas as alegrias e coisas boas, também. 

Querida mãe, nunca perderás o título de «primeira pessoa que conheci». E que sorte foi teres sido tu. Posso levar-te, a vida toda, como modelo na minha cabeça. Posso querer ser como tu por todo o tempo que tenho pela frente, e nunca será suficiente, porque nunca conseguirei ser metade do que és. 
Devias escrever um livro sobre como é ser supermulher. Seria best seller

Entretanto, limito-me a querer ser assim. E a gostar de ti todos os dias, sem exceção. 
Se às vezes te falho (e não tenho dúvidas que sim...), desculpa-me. 
E desculpa todas as vezes que te deixei como alguém como tu nunca deveria ter de se sentir: triste. 
A verdade, é que no fim ganha o amor, e não a alemanha, como tu costumas dizer. 

O maior beijo do mundo e um dia de trabalho sem grandes preocupações e chatices,

Raquel


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